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23/04/2018

~ Dubai please be good to him

"I don't get to watch you put your make up on
I don't get to tell you your hair looks better down
and I don't get to share your train ride into town (...)
I'm a fool but it's true I'm tired of always waking up without you".

May I tell the world already? May I open up my chest and shout out load from the deepest of my lungs to everyone that he's coming? Boy he IS coming. I mean my boy is coming! Is this for real? Guess I will only believe the moment we swap roles and he passes through all those security guys at the airport and runs into my arms for a change.

I cannot believe he is coming and will never be able to put into words how much this means to me or how huge is this in my (our) life.

We've always love these make believe games where there's no room for constant goodbyes and we get to spend all night, all nights, together sharing the same bed - our own bed and not of an hotel room or something like that just night after night. I've always imagine we live under the same roof everytime he's around and we get to argue about these unminingful little stupid things like how he struggles to get a piece of the covers during the night, how he always leaves the toilet bowl lid up and all the clothes around the bathroom floor before (and eventually after) he gets in the shower. Everytime he meets me there I like to pretend it's my everyday routine.

Whenever I'm with him I try not to count the days left until our deadline is finished and hate everyone who asks about it or even to talk about it, yet always make the effort to memorize every inch of his face and body, his arm reach and how I fit perfeclty there on my safe place within his arms, the strength of his hugs, his voice, gestors and way of convincing me that our time apart is never for too long. This time we don't have to pretend. No more playing these games again.

Now I get to be a real housewife. Apparently now it's for real. Just a little trial - oh but such a huge deal for me! - of what our life together might be in the future. We've done this before of course, gone on holidays, spending weeks together only us two but never with this intensity or for this purpose. He's becoming also a part of this 'second life' of mine. This time is really happening. Finally he's here. Hopefully next time for good. Dubai, please be good to him.

[09.48pm]

28/07/2017

~ a melhor das minhas bênçãos

«(...)
JN.deve ser abóbora caramelizada. Era docinho?
Q.sim! Era isso! Tens de fazer para mim, amei!
JN.é bom. Um dia faço-te.
Q.sabes??!
JN.descubro».

No outro dia deram-me os parabéns. "Então já vi que tens namorado, sim senhora. Toda 'in love'... Parabéns!". Respondi que sim, "há mais de dois anos". Hoje de tarde cruzei-me com um colega de trabalho, um dos meus brasileiros preferidos que se queixou "desde que você e a A. arrumaram namorado nunca mais disseram nada". "Eu sempre tive namorado...". "Uhé olha só velho! Já tinha quando nos conhecemos?". "Já", respondi, num misto de confusão e transtorno. Confesso que fiquei um bocadinho ofendida.
O mundo não sabe desde quando é que nós estamos juntos e isso fez-me pensar. Vivemos numa era em que se não está nas redes sociais é porque não existe e isso é muito triste. Ninguém conhece nada do que se passa fora dos ecrãs. Fomos sendo assim, discretos, ninguém decidiu nada. Quisemos manter privado o que só a nós diz respeito e fizêmo-lo durante mais de um ano. Demos passinhos de caracol para, entre outras coisas, não dar azo a comentários, agoiros ou opiniões sobre algo que estava a ser bom demais para abrir mão só porque alguém de fora tinha algo a dizer ou um dedo a apontar; algo que por si só, dadas as circunstâncias e o timing, era mais arriscado do que a vida de um embrião gerado in vitro. Felizmente passámos no teste e continuamos a somar pontos e a combater com sucesso tudo aquilo que nos poderia facilmente quebrar e a não querer abdicar e eu estou tão orgulhosa disso!
Não somos perfeitos, não temos de longe a relação ideal mas fico grata de cada vez que reparo, com olhos de ver, na bênção que é ter-te ao meu lado.
Todas as semanas assisto a revelações acerca de casais que idealizava como "feitos um para o outro". E que inveja eu tinha por poderem partilhar os mesmos dias juntos! Casais que julgava super apaixonados e incrivelmente empenhados na conexão especial que tinham, com fotos que irradiam felicidade espalhadas pelas suas contas do Facebook e Instagram. E todas as semanas venho a descobrir que ele a trai, que ela não confia nele, que ele a trata mal e faz chantagem emocional, que discutem todos os dias, que ela não gosta assim tanto dele, que ele não admite que ela saia à noite, que ela mexe no telemóvel dele à socapa, que já acabaram mil e uma vezes, que estão por um fio, e que... que... que... e dou por mim a reflectir "uau apesar de todas as dificuldades que uma relação à distância possa ter, ainda que tenhamos a facilidade de fazer com que as milhas que nos separam não sejam em nada proporcionais às vezes que estamos juntos, eu sou realmente uma sortuda".
Não me vou gabar de cada detalhe que me faz sentir assim pelo puro egoísmo de te querer só para mim, por muito tentada que esteja, porque o mundo não precisa de saber do mundo completo que eu tenho em ti, porque a lista seria infinita e porque isto de guardar para nós parece mesmo fazer parte da receita para dar certo mas quero que saibas que, apesar de às vezes poderes achar que não te dou ouvidos (e de seres péssimo a fazer surpresas), eu presto atenção ao lindo acaso que foi ter-me cruzado contigo; que todos os dias agradeço por naquela noite teres insistido com toda a gente para dormires comigo, num ousado movimento para que eu reparasse. Já a sabias toda e eu nem sonhava! No fundo, agradeço-te por teres aparecido e, mais do que isso, obrigada por continuares por cá. És a melhor das minhas bênçãos.

[02.11am]

09/12/2016

~ aguenta coração

«I still get butterflies even though I've seen you a hundred times»

Vou só ali ao Japão e já venho. Deixa-me só ir lá deixar pessoas e trazer outras tantas até finalmente poder voar até ti. Trocava mil e um países como o Japão para ir ter contigo, tu sabes (não sabes?). O entusiasmo é tanto que nem consigo pensar noutra coisa ou parar de contar os dias, acredita! Tão cedo não volto a fazer isto, prometo! Vou fazer de tudo para não deixar passar tanto tempo, afinal, um mês é uma eternidade e eu já percebi que não dá. Desculpa-me por só agora ter tomado esta decisão mas pensei que aguentava mais tempo sem ti... que tonta, não podia estar mais enganada, sei-o agora. Vou fazer o meu melhor para compensar.
Sabes, é melhor correres quando me vires. Ou se calhar até não porque não iria desistir até te apanhar e encher de beijos e amassos. Não garanto que comemores este teu próximo aniversário.
Ai tenho tantas saudades tuas, coisa linda! Saudades desses abraços fortes, desse sorriso generoso, desses olhões pestanudos a beberem-me sempre de perto, da tua maneira doce de dizer "o quê?"...
Mal posso esperar. Acho que é mesmo essa a expressão: mal posso esperar. Acho que me vai dar uma coisinha má quando te vir - ou será boa? És o que eu mais anseio, és onde eu quero estar. De qualquer forma já sabes o conselho, para ti e para mim: aguenta coração.

[12.00am]

25/09/2016

~ alguém

"Maybe we're perfect strangers maybe it's not forever.
Maybe intellect will change us maybe we'll stay together.
Maybe we'll walk away maybe we'll realize we're only human
maybe we don't need no reason".

Namora com alguém que te saiba cuidar, mimar e amar mesmo que não o faças oficialmente. Namora com alguém que seja corajoso o suficiente para te conhecer por inteiro e ainda assim te pedir em namoro, baixinho, ao ouvido, mesmo que a tua resposta seja não. Namora com alguém que te diga "Amo-te" sem pudores, inseguranças ou número limite. Alguém que te saiba valorizar e se surpreenda sempre contigo e com o teu corpo, mesmo que te saiba reconhecer de olhos fechados.
Namora alguém que te diga "és a melhor coisa do mundo" quando menos esperas e que tenha a capacidade de te deixar à toa, a flutuar nas nuvens, mesmo que por lá passes todos os dias em trabalho. Alguém que te faça prometer que cuidas de ti aquando longe ainda que saibas que dificilmente o conseguirás cumprir. Alguém que seja sério e te ampare quando mais precisas mas que também saiba brincar contigo em intermináveis lutas de cócegas ou cantorias. Alguém que te assuma perante o mundo com todos os teus defeitos e a bagagem pesada que contigo possas trazer e que te leve para dançar no meio da pista fazendo-te sentir como se só existissem vocês os dois naquele instante.
Namora com alguém que, mesmo que não te namore, te leve de férias com a família quando, no último minuto, decides aparecer. Acima de tudo, namora com alguém que te faça feliz.

[12.14am]

26/06/2016

~ amargo doce

"(...) you should know if I could I'd breathe you in every single day (...).
Can't keep my hands to myself. I mean I could but why would I want to?".

E, de repente, perco-me no meio de algo que não sei identificar. Será realidade? Será que ainda estou a sonhar ou és mesmo tu, aqui, neste instante, em carne e osso e palpável com os lábios à distância de um beijo a olhar para mim? A sério que acordei mesmo contigo ao lado e os teus pés nos meus? Ou será o meu tricky brain numa poderosa e perigosamente bela mistura de jet lag com o meu inconsciente a trazer os meus mais profundos desejos à tona? Num ápice caio na realidade e sorrio. És tu e eu juntos sem um ecrã a separar-nos, acreditas? Somos nós a aproveitar cada segundo desta sweet mini honeymoon que é um regresso e, simultaneamente, mais uma despedida. Já andámos nisto há um ano so maybe we should know better mas como é que algo pode ser tão belo e tão triste ao mesmo tempo? Como é que isto me pode encher o coração por todo enquanto o torna pequenino, do tamanho de uma ervilha, com uma facilidade tremendamente assustadora? Todos os momentos servem para matar umas saudades que não cessam nunca. São para, uma vez mais, registar cada detalhe do teu corpo, cada traço do teu sorriso e apreciar esse toque e olhos doces e profundos repletos de ternura. Dizes tantas vezes que me amas que quase que podia guardar uma palavrinha por cada dia sem ti (e se ao menos esta conta não fosse fácil de fazer ainda podia ajudar).
Podiam ter já inventado o tele-transporte – já existe nome e tudo! –, podiam ter já arranjado maneira de congelar o tempo... Ter-te tão perto para, logo de seguida, me levarem de ti deixa-me assim, com pensamentos estapafúrdios e ideias disparatadas tal é o desespero... Non sense.
Não sei a quem dizer "obrigada" mas sinto-me tão agradecida por podermos, ao menos, ter um tão nosso mundinho dentro deste enorme e louco mundo... Obrigada, a ti, por estes dias repletos de amor e só nossos. Até ao próximo (re)encontro, meu amargo doce. Até lá já sabes, trago-te neste coração apertadinho alimentado a ti. 

[12.57am]

11/04/2016

~ entre nós

«Quando repetimos um erro ele já não é mais um erro. É uma decisão».

Entre nós não há disputas. Não há rivalidades, desconfianças ou competição. Entre nós não há inveja. Entre nós há momentos infinitos de olhares penetrantes, toques e mimos.
Entre nós há esses rasgados olhos ao estilo japonês com pestanas de avestruz a decorar os meus. Há essas tuas mãos de pianista entrelaçadas nas minhas ou a tocar nas teclas do meu corpo.
Entre nós há silêncios eternos de segredos partilhados, das nossas histórias ainda por contar e de desejos sonhados a dois.
Há amizade e cumplicidade e uma saudade do tamanho do mundo ou do nosso aquando juntos: gigante.
Entre nós há meiguice.

[07.20pm]

13/03/2016

~ e agora?

"We're a work of art that I couldn't finish
(...). I built a wall bigger than my pride and how I wish you were here by my side but I closed the door still I want you closer with nothing to hide".

O que é que te levou tanto tempo? Por que é que demoraste tanto? Podíamos ter tido tudo! Agora vai ficar sempre mossa e não consigo prometer tirar as rodinhas de apoio desta bicicleta sem travões que é a vida contigo. Não sei se lhe podes chamar de orgulho mas gosto tão mais de mim agora... Gosto tão mais deste meu novo "eu" que não sei se consigo colocar-me na mesma posição que antes, apanhar um avião por ti ou enfrentar um mundo contigo ao lado.
Foram tantas as vezes que te encontrei a vaguear pelo meu pensamento, que te imaginei a explorar as melhores e sempre demasiado vazias camas de hotel comigo, que agora já me esqueço de me lembrar de ti. Se ao menos tu soubesses, pónei... Se ao menos tu fizesses a mais pequena ideia do quão destruída eu fiquei quando desapareceste...
Agora que estou a curtir as mais loucas aventuras desta minha vida sem horas, dia ou lugar, agora que estou feliz com o meu coração aqui no sítio, sem estar a quilómetros de distância, tu decidiste falar. E agora? Aonde é que eu te encaixo no meio desta minha alucinante história cheia de rascunhos já desenhados para o futuro e episódios projectados sem ti neles?
O que é que te levou tanto tempo? Por que é que demoraste tanto, pónei?

[11.47pm]

28/01/2016

"hold back the river"

"Tried to keep you close to me but life got in between
Tried to square not being there but think that I should've been".


/James Bay

16/01/2016

"there is a difference"

«There is a difference between saying goodbye and letting go. Goodbye is not permanent. You can meet years later as old friends and share what happened in your life. You can smile and laugh about all the nonsense that you both went through.
However, letting go is being okay with never seeing this person ever again, being okay with never knowing how their life turned out, being okay with fifty or more years of silence, being okay with running into that person at a grocery store and having them not acknowledge your presence.
This is the part of life that doesn’t sit well with me and never will. It tears my heart in pieces, robs me of gratitude, drains me of anything positive and eats at the faith that holds on. It goes against kindness».

Shannon L. Alder.

03/01/2016

~ tantas...

"So you can keep me inside the pocket of your ripped jeans,
holding me close until our eyes meet (...)".

Também tenho saudades de falar contigo. Não te devolvi a confissão porque a confusão que me causas é ainda maior. Como podes ter saudades quando ao mesmo tempo me ignoras pelas mesas do café de sempre? Não faz sentido e nem sequer é justo. Tu não fazes sentido; tu não és justo (para mim, para ti, para nós).
Mas às vezes tenho tantas... Às vezes só me apetece partilhar os meus voos contigo, ouvir a tua voz antes de ir dormir, contar-te das minhas conquistas, passear a ponta dos meus dedos pelos teus olhos.
Sabes, não precisava de ser assim. Seguimos caminhos opostos como se de coisa de adultos se tratasse quando no fundo até podíamos ter gozado uma última vez. Agora tenho dois indispensáveis aliados: o tempo e a distância, para variar, estão do meu lado. No entanto, e se ainda me lês, fica aqui um pedido: não sejas um estranho, está bem?

[07.30pm]

05/12/2015

só para dizer... #36

...quão lixado é dares por ti preocupada e com necessidade de proteger uma pessoa que te fez sentir um lixo? Feelings sucks... Wake up brain! You gotta just to keep on smiling :) 

27/10/2015

~ reencontrar-te

«Se vieres, por exemplo, às quatro horas, às três, já eu começo a ser feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sentirei. Às quatro em ponto já hei-de estar toda agitada e inquieta: é o preço da felicidade!».

Quem diria que passado este tempo todo iríamos estar assim. Anos de amizade e meses de algo que se tem vindo a revelar realmente belo. Não era suposto ser assim, nós tínhamos um acordo: não era para levar a sério; o que começámos devia ficar para trás a partir do momento em que passasse a porta de embarque no aeroporto. No entanto, também veio comigo para o Dubai e cresceu desde então (caramba, se cresceu!).
Agora são os dias que faltam para o regresso que são contados com a mesma ansiedade que a data da vinda para continuar aquilo que por um triz quase deixámos escapar e, desta vez, com uma motivação que se calhar noutras circunstâncias não existiria. – Sei que discordas mas quem sabe?
Agora tenho nervosas borboletas no estômago a bater asas com cada vez mais vontade por cada dia riscado no calendário. Tenho uma bucket list para nós, sítios para visitar, comer ou simplesmente fazer aquilo que de melhor sabemos fazer juntos. Sinto-me uma desajeitada adolescente excitada pela noite do baile ou uma noiva ansiosa pela entrada na igreja – deixo-te escolher a perspectiva.
A realidade – na qual em que só me vou permitir acreditar quanto pisar terras lusas – é que, desde postais de Singapura e Nice a horas passadas no Skype, finalmente vou poder reencontrar-te! E a sensação é como se fosse experimentar tudo pela primeira vez: beijar-te, tocar-te, provar-te.
Quem diria que me fosses fazer sentir assim e mudar de ideias em relação àquilo que começámos fora de horas. Já te chamava de maldito antes mas agora sei que és, sem sombra de dúvidas, um verdadeiro pónei maldito (e eu mal posso esperar por te pôr as mãos em cima).

[12h48pm]

20/05/2015

~ nunca o saberemos

"(...) na alma a mágoa enorme, intensa, aguda. (...)
E a vida não é existir sem mais nada, a vida não é dia sim, dia não.
É feita em cada entrega alucinada para receber daquilo que aumenta o coração".

E como tirar o máximo partido de algo que deveria acontecer devagar, com tempo e calma? Como não nos precipitarmos quando sabemos ter uma data-limite que não chega nem para começar algo que nós nem temos a certeza do que seja?
Em todo este tempo de amizade tinha de ser agora, meu fiel companheiro de kizomba, a pouco mais de um mês de me ir embora que isto tinha de (não) nos acontecer? Parecemos saídos de uma obra do Sparks, com todo o peso que um romance digno dos dele suportaria, ou não tivéssemos todas as probabilidades e mais algumas contra nós. Uma amizade que se transforma em algo mais sem que consiga sequer ter espaço para crescer ou certeza para ser,  a uns 32 dias de a protagonista se mudar, de malas e bagagens, para o outro lado do mundo. Um algo que, antes de o ser, já se adivinhava ter prazo de validade. Como se o vive?
Deixando todo o drama dentro da gaveta; é assim que temos escolhido viver o nosso mês. O fantasma da efemeridade é uma presença constante, qual vulto que sabemos esperar-nos pacientemente do fundo da sala e que, de vez em quando, decide assombrar-nos. No entanto, a nossa doce felicidade é leve e cheira a fresco, tem gargalhadas, conchinhas (e "conchinhas!"), meiguices e maluqueiras dignas de adolescentes. – Ainda que já não o sejamos, a nossa condição temporária obriga-nos a passar os dias assim, às escondidas, quais mini-adultos curiosos em dias de primavera.
Se calhar se eu não estivesse de malas aviadas não teria "quase acontecido", provavelmente não iríamos chegar até aqui onde a amizade se confunde com mimos e tesão e tem mais carícias e cumplicidade à mistura. Nunca o saberemos. Ainda que seja algo condenado; ainda que possa ser algo considerado tardio, é como nós costumamos dizer: as coisas aconteceram quando tinham de acontecer e ninguém nos tem de julgar ou recriminar por isso (nem mesmo nós próprios).
E, aconteça o que acontecer, uma coisa é certa: teremos sempre a nossa amizade no final do dia (ou do mês, ou até da vida!). – E à nossa improbabilidade (in)finita também, sempre que a soubermos aproveitar. Meu parceiro de dança, obrigada por a teres feito acontecer.

[12.09am]

13/05/2015

"the boy with the arab strap"

"Color my life with the chaos of trouble".

Belle & Sebastian.