«If you are single there is always one thing you should take out with you on a saturday night: your friends».
Estava no hall do hotel quando a festa de uma das principais revistas da cidade estava "a dar as últimas" e duas de vocês numa típica noite de fim-de-semana, do outro lado da ponte. Combinámos apanhar um táxi no final da noite para irmos juntas para casa. Quando a festa acabou liguei-vos uma e outra vez mas numa madrugada de sexta na noite portuense já se sabe quais as probabilidades. Aí, disseram-me que provavelmente já teriam ido embora sem mim. "Não", disse eu sem pensar sequer duas vezes. "Não conheces as peças", acrescentei. Primeiro nunca teriam ido embora antes das portas fecharem e segundo, acima de tudo, nunca iriam sem me dizer nada, nunca me iriam faltar. Se viemos juntas para o centro, vamos juntas para casa, por mais miserável que seja o estado em que nos encontremos no final – é assim que funciona.
Aconselharam-me a apanhar um táxi a meias com eles, sem vocês. Ri-me. Tive pena de quem tem "amigas" assim, de quem as perde a meio da noite e volta para casa sozinho. Foi nesta linha de raciocínio que o meu coração se encheu de orgulho para, no fim-de-semana a seguir, comprovar uma das maiores certezas que há tantos anos trago em mim: tenho, realmente, das melhores amigas, que poderia alguma vez ter pedido, comigo. Obrigada por honrarem esta irmandade com tantas cores com quantas eu a pinto.
Aconselharam-me a apanhar um táxi a meias com eles, sem vocês. Ri-me. Tive pena de quem tem "amigas" assim, de quem as perde a meio da noite e volta para casa sozinho. Foi nesta linha de raciocínio que o meu coração se encheu de orgulho para, no fim-de-semana a seguir, comprovar uma das maiores certezas que há tantos anos trago em mim: tenho, realmente, das melhores amigas, que poderia alguma vez ter pedido, comigo. Obrigada por honrarem esta irmandade com tantas cores com quantas eu a pinto.
[03.21am]

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