«Era bom, que todos os dias, todas as tardes às cinco em ponto, alguém chegasse e nos espetasse o mais fino arpão no coração, e trouxesse com ele toda a saudade toda a magoa toda a angustia todo o ódio todo o amor todas as lembranças todas as lágrimas e todos os apertos profundos que nem a ciência sabe explicar.
Às 5:30 já nem sabíamos o que era a dor de tão exterminada estar.
A única coisa ou pessoa (lamento mas já não sei em que diferem) que odeio neste mundo quadrado, redondo ou achatado nos pólos, é o aperto que me deixa pensativa e melancólica, quando rapta os momentos e os esconde na minha cabeça, a repetir e a repetir, vezes sem fim, até que pequenas gotas salgadas comecem a cair, com a única citação: felicidade momentânea, arrasta-me contigo para sempre».
Às 5:30 já nem sabíamos o que era a dor de tão exterminada estar.
A única coisa ou pessoa (lamento mas já não sei em que diferem) que odeio neste mundo quadrado, redondo ou achatado nos pólos, é o aperto que me deixa pensativa e melancólica, quando rapta os momentos e os esconde na minha cabeça, a repetir e a repetir, vezes sem fim, até que pequenas gotas salgadas comecem a cair, com a única citação: felicidade momentânea, arrasta-me contigo para sempre».
Cátia Guimarães
4 comentários:
QUE LINDO :|||
vais ter q m falar deste texto x)
love you, anuncio/momentos casa de banho/uma das letras da mega loja
Obrigada por teres postado a minha entrada do diario do hi5 (:
Beijinho*
esperemos pelas 17h portanto.
Minha querida, antes de mais, obrigada pelas palavras deixadas no meu cantinho:)
Quanto ao que por aqui deixas, resta-me dizer-te que cabe-nos a nós mesmos fazer de todas as horas 'cinco da tarde'. Cabe-nos a nós cravar no coração todos esses sentimentos que tão bem descreves. Porque, no final, independentemente das coisas e das pessoas que se vão entrelaçando, a felicidade será sempre - sempre - momentânea.Digo eu:)
Beijinho*
Enviar um comentário