
"E eu te farei as vontades, direi meias verdades sempre à meia luz.
E te farei, vaidoso, supor que és o maior e que me possuis".
E te farei, vaidoso, supor que és o maior e que me possuis".
Com uma agarro nos lençóis com toda a força, com a outra cravo-te as unhas na pele. Ganham assim vida própria, as minhas mãos, descontroladas na sua loucura. Mordo-te os lábios para não gritar mas os meus gemidos são impossíveis de guardar, tenho mesmo de os soltar. Contorço-me de prazer e, desculpa, não dá para manter os olhos abertos em momentos, porém, tão despertos.
O meu corpo é teu escravo, sou submissa, mulher e menina quando fico por baixo. Pingas-me gotas de suor e sinto-te mais perto. Culmina no meu ventre e de cada vez que aí chegámos não consigo deixar de sorrir. Olho-te nos olhos e penso como é sempre uma pequena conquista ter-te e aquilo que conseguimos atingir. Tu e eu temo-la. Sei-o quando te deixas cair em cima de mim, oxitocina a sair de cada poro é amor, sim. Nunca tive nada assim - tu sabes tão bem quanto eu. A ti me entrego por fim, amor meu.
[12.55am]
1 comentário:
está brutal qel! :D arrepiei-me!
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