08/02/2011

~ a minha morada

"(...) we both still got room left to grow and though love sometimes hurts, i still put you first and we'll make this thing work (...). Sometimes it's heaven sent, we head back to hell again. We're just ordinary people (...)".

Pertenço(-te) a ti. Curto e grosso, directo ao centro da questão, sem rodeios ou floreados. Não quero que me sintas distante, muito menos que te afastes. Era só para te dizer que não vou desistir de ti, de nós; que não vou baixar os braços e ficar quieta no meu canto, que não vou deixar que o mundo gire sem que eu o acompanhe devidamente.
Não sei se costumo estar muitas vezes fora, se os meus passeios são mais demorados do que o suposto, se as minhas ausências são penosas e frequentes, provavelmente sim. Mas tu tens em mim tudo o que eu te possa oferecer e tudo é o que tu mereces. No final, eu regresso sempre ao meu lugar que és tu. Voltarei sempre a ti, à minha casa. A minha morada, ainda antes da lua, é o teu coração.
[02.59pm]

1 comentário:

U disse...

A nossa casa é sempre o Amor. :)

gostoooooooooo!